Janeiro Branco

Janeiro Branco é uma campanha que objetiva mobilizar a sociedade em favor da saúde mental e bem-estar, mudando a compreensão cercada de tabus sobre a saúde mental e promovendo mais possibilidade de saúde mental a todos os indivíduos e a sociedade como um todo.

Cuide da sua saúde mental.

Feliz Ano Novo

Desejamos a nossos amigos, clientes e parceiros um Ano Novo com esperanças renovadas, saúde, paz, amor e muita prosperidade!

Conte com a gente!

Identificação laboratorial das anemias microcíticas e hipocrômicas

Anemia é uma situação patológica que o médico deduz quando a quantidade da hemoglobina total no sangue está abaixo de 11 gramas em crianças, adolescentes e idosos, 11,5 gramas em mulheres adultas, e 12,5 gramas em homens adultos. A quantidade e o tamanho dos eritrócitos e o conteúdo de hemoglobina são avaliados por testes específicos que resultam em medidas hematológicas conhecidas por índices hematimétricos: VCM, HCM, CHCM e RDW; desses índices, o VCM (Volume Corpuscular Médio) está relacionado com o tamanho dos eritrócitos e o HCM (Hemoglobina Corpuscular Média) está associado ao conteúdo de hemoglobina dentro desses eritrócitos. VCM e HCM fornecem três resultados básicos: normais, diminuídos ou aumentados. O título deste artigo se refere às anemias microcíticas e hipocrômicas, que recebem esta denominação por terem respectivamente seus índices VCM (tamanho) e HCM (conteúdo de hemoglobina) diminuídos. As três principais causas destas anemias estão relacionadas com: (1) deficiência de ferro por carência alimentar, verminoses, sangramentos ou inflamações crônicas; (2) talassemias; e (3) anemia sideroblástica. (1) Em países subdesenvolvidos e emergentes, a deficiência de ferro é a principal causa de anemias microcíticas e hipocrômicas, quer seja por carência alimentar ou por sua subtração durante verminoses. 

Em países desenvolvidos, por sua vez, a deficiência de ferro se deve, em geral, à longevidade das pessoas que ao atingirem 70, 80 ou 90 anos de idade são acometidas por doenças crônicas (câncer, diabetes, reumatismos, etc.), que causam as anemias inflamatórias. Nessas anemias os macrófagos, principais reservatórios de ferro sob forma de ferritina, estão em constantes batalhas imunológicas contra células tumorais, infecções bacterianas e virais. Por conta disso os macrófagos diminuem o fornecimento do ferro para os eritroblastos da medula óssea, causando a anemia ferropriva de causa inflamatória. O sangramento crônico de causas variadas, por fim, faz com que o ferro não seja reutilizado pelo organismo, e induz a anemia microcítica e hipocrômica. A melhor análise laboratorial para identificar as anemias microcíticas e hipocrômicas por deficiência de ferro é conhecida por avaliação do perfil de ferro (dosagens de: ferro sérico, capacidade total de ligação do ferro, saturação do ferro e ferritina). Cada médico tem sua opção de dosagem, porém o perfil de ferro completo é a forma mais correta desta avaliação. Destaca-se que história clínica do paciente é parte importante para o diagnóstico dessas anemias. (2) A segunda causa mais comum de anemia microcítica e hipocrômica se deve às talassemias alfa e beta, que em suas formas assintomáticas (alfa menor e beta menor) se manifestam por discretas diminuição da hemoglobina total, VCM e HCM, além da presença de eritrócitos pequenos (micrócitos), pálidos (hipocrômicos) e deformados (esquisócitos e dacriócitos). Os testes laboratoriais específicos para determinarem se uma pessoa tem talassemia beta menor é a dosagem da Hb A2, e para suspeita de talassemia alfa menor é a pesquisa da Hb H por eletroforese de hemoglobinas ou por pesquisa citológica com o corante azul de crezil brilhante. Em geral, história clínica dos portadores de talassemias relata que a anemia ocorre desde a infância. No Brasil a talassemia beta menor tem prevalência média de 0,5 a 1% e talassemia alfa menor de 3 a 5%. (3) Por fim, na anemia sideroblástica, os micrócitos hipocrômicos se devem às falhas que ocorrem durante a eritropoiese. Essa falhas são conhecidas por deseritropoiese devido ao descompasso entre a proliferação, maturação e divisão dos eritroblastos, e são provocadas pela não incorporação do ferro ao grupo heme da hemoglobina. O ferro não incorporado se deposita nos eritroblastos, transformando-os em sideroblastos, que são diagnosticados por meio de coloração específica do sangue retirado da medula óssea (mielograma). A prevalência da anemia sideroblástica é rarissima, em geral, um caso para 25 mil pessoas. O tema do próximo mês será Identificação laboratorial das talassemias assintomáticas.

Fonte: Labornews Novembro

https://www.labornews.com.br/pdf/novembro-2020.pdf

Novembro Azul

Novembro Azul: no mês de conscientização sobre a saúde do homem, seja herói da sua saúde!

O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame.

Mantenha seus exames em dia.

Vitamina A

A vitamina A possui um papel muito importante na visão, no crescimento, desenvolvimento e manutenção da pele e na imunidade. Onde encontrar: 

 

  • alimentos de origem animal (fígado, ovo, leite, atum, queijos
  • vegetais folhosos verde-escuros
  • frutas amarelo-alaranjadas e vermelhas

 

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Identificação laboratorial das anemias

Conceitualmente o estado clínico de anemia é definido pela diminuição da quantidade da hemoglobina no sangue conforme seus respectivos padrões quantitativos para sexo e idade. A identificação de anemias obedece sequências analíticas bem estabelecidas, porém para um texto curto como este optei por apresentar quatro casos que exemplificam a forma como eu procedo. Caso 1- Adulto, ou adolescente, relata fraqueza e cansaço desde a infância.

Esta história clínica nos remete à suspeita de que a anemia possa se hereditária devido à precocidade dos sintomas. Identificação da anemia neste caso: Analiso os resultados do eritrograma para: a) esferocitose hereditária (CHCM elevado), b) talassemias (VCM e HCM diminuídos), c) pesquiso a morfologia eritrocitária em busca de esferócitos (esferocitose), micrócitos hipocrômicos, dacriócitos e microesquisócitos (talassemias), eritrócitos “mordidos”(deficiência enzimática de G6PD) e células falciformes (doença falciforme), entre outras. Para concluir o diagnóstico laboratorial aplico exames específicos conforme a minha suspeição: eletroforese de hemoglobina para talassemias e doença falciforme, curva de fragilidade osmótica para esferocitose, e dosagem de metaemoglobina e pesquisa citológica de corpos de Heinz para deficiência de G6PD.

Caso 2- Anemia em mulher adulta com sangramento por conta de mioma uterino. Este é um caso típico de sangramento com perda de ferro e que induz a ferropenia. Identificação da anemia deste caso: Analiso os resultados do eritrograma para anemia ferropênica (VCM e HCM diminuídos) e a morfologia eritrocitária para avaliar a presença de micrócitos hipocrômicos. Para concluir o diagnóstico laboratorial é importante determinar o perfil de ferro: ferro sérico, capacidade total de ligação do ferro, saturação de ferro e ferritina. Caso 3: Paciente ictérico com dores no corpo, fraqueza e cansaço que tem se intensificado nos últimos quatro dias. Suposições: hepatopatias ou anemia hemolítica. Ao descartar a hepatopatias a suspeita recai em anemia hemolítica.

A pergunta seguinte é: - Quando surgiram os sintomas acompanhados da icterícia? Se foi após uma pescaria, por exemplo, é provável que a anemia hemolítica tenha sido causada pela malária. Por outro lado, se a resposta foi de que a icterícia e os sintomas surgiram de forma súbita, a possibilidade direciona para anemia hemolítica autoimune. Identificação da anemia deste caso: Analiso os resultados do eritrograma para conhecer a extensão da anemia, a contagem de reticulócitos (geralmente elevada nas anemias hemolíticas). Se a suspeita for para a malária, a melhor análise é a pesquisa de plasmódios intraeritrocitários. No caso de presumir por anemia hemolítica autoimune, a análise indicada é o teste de Coombs direto – se resultar positivo confirma este tipo de causa de anemia hemolítica. Caso 4: Rapaz aparentemente saudável relata fraqueza e dores nas pernas desde a infância, não pratica esportes e é sedentário.

Os eritrogramas feitos sempre se mostraram normais. Para situações iguais a esta a suspeita mais comum é que seja portador de talassemia mínima (alfa ou beta). Identificação da anemia deste caso: Analiso os resultados do eritrograma com foco especial nos valores de HCM e VCM, se um ou outro, ou ambos, estiverem diminuídos, a suspeita de talassemia mínima se torna mais provável. Como exame específico opto por eletroforese ou cromatografia de hemoglobinas. Se a Hb A2 estiver elevada, trata-se de talassemia beta mínima, porém se a Hb A2 estiver normal, ou diminuída, direciono para pesquisa de Hb H através de eletroforese alcalina ou neutra. Se a Hb H estiver presente na eletroforese, trata-se, de fato, de talassemia alfa mínima.

A talassemia mínima atinge 20 a 30% da nossa população. O termo mínima se aplica porque em geral a hemoglobina total está normal, mas a pessoa reclama de cansaço, dores nas pernas, etc. Enfim estes são alguns exemplos de uma série muito maior. No próximo mês o tema será Identificação laboratorial das anemias microcíticas.

 

Artigo disponível em: https://www.labornews.com.br/

Artigo Labor News - Todas as cores do sangue

Embora a cor do sangue dos vertebrados e seres humanos seja vermelha há algumas variações de tonalidades que podem ser naturais ou induzidas. Entretanto, na boca do povo a coisa desanda e o nobre líquido recebe algumas qualificações condenáveis. Meu mais recente levantamento sobre as cores de sangue incluem: chocolate (ou marrom), verde escuro, vinho, branco e azul. Algumas tem explicações científicas e outras são lendas populares.

 

Há também os adjetivos do sangue, geralmente carregados de ironia, por exemplo, o famoso sangue de barata, o detestável sangue ruim, ou o discriminado sangue fraco. Como sou um apaixonado pelo sangue e principalmente por sua cor vermelha, tento por vezes corrigir alguns incautos, explicando a razão de uma cor diferente, ou resgatando um sangue mal adjetivado. Vou tentar ser simples nas explicações sobre as diferentes cores do sangue e de alguns de seus adjetivos.

 

O sangue humano tem a cor vermelho vivo, ou escarlate, quando é retirado diretamente de artérias pois suas moléculas de hemoglobinas estão quase totalmente ligadas ao oxigênio (94 a 97% de saturação). Em sangue retirado da veia (sangue venoso) o nível de oxigênio cai para próximo de 60%, e os 40% da parte desoxigenada o deixa com a cor vermelho cornalina ou vermelho escuro. Porém, se a pessoa não bebe água adequadamente, ou está desidratada, o sangue se torna mais escuro ainda. Sangue com a cor vinho (ou violeta) é aquele estocado uma semana ou mais em refrigerador, algumas vezes com hemólise.

 

Esta também é a cor do sangue estocados em bolsas para transfusões de concentrados de hemácias. O sangue com a cor chocolate ocorre em pessoas com nível elevado de metaemoglobina, geralmente causado por deficiências de enzimas eritrocitárias notadamente a glicose6-fosfato desidrogenase. O sangue verde escuro é uma continuação do sangue chocolate, ou seja, numa pessoa intoxicada por sulfa, a cor passa de chocolate (metahemoglobina) para a cor verde escuro por conta do aumento do pigmento conhecido por sulfahemoglobina.

 

O sangue branco, por sua vez, ocorre em pessoas com mais de 800 mil leucócitos (leucemias) e com anemia acentuada. Nestes casos, os leucócitos por terem cor branca tinge o sangue anêmico com nuances esbranquiçadas. E para finalizar as cores do sangue, nada mais nobre que o sangue azul. Diz a lenda que um jovem negro africano, filho do rei mais rico da Etiópia, foi levado à Suécia no início da idade média para conhecer outros povos.

 

Acontece que uma princesa com pele muito branca se apaixonou pelo jovem visitante. Numa tarde de verão ambos foram se banhar num lago, e para espanto do rapaz ele viu que na alva pele da princesa suas veias tinham a cor azul celeste. Ao retornar para a África, o jovem africano relatou ao seu rei que os nobres brancos tinham sangue de cor azul. A adjetivação do sangue muitas vezes tem maldades associadas. Sangue de barata, por exemplo, é referido àquelas pessoas que ao se amedrontarem por coisas banais se tornam pálidas.

 

O sangue fraco é uma referência à covardia. Da mesma forma, o sangue ruim ou sangue bom são duas adjetivações antagônicas. Sangue ruim é destinado às pessoas más e cruéis, enquanto que sangue bom é o adjetivo que bajula pessoas bondosas, ou pertencentes a família de prestígio social, bem como ao amigo da gangue. No entanto, todas as adjetivações do sangue são inadequadas e são feitas por pessoas que desconhecem que este nobre líquido, tal qual o respiro, representa a vida, e trabalha incessantemente 24 horas por dia percorrendo cerca de 150 quilômetros de artérias e veias para nos alimentar, emocionar e, às vezes, nos deixar possesso.

Fonte: https://www.labornews.com.br/artigos/todas-as-cores-do-sangue

18/10 Dia do Médico

No dia 18 de outubro é comemorado o Dia do Médico, um profissional responsável por cuidar e promover a saúde de toda a população. Essa data foi escolhida em referência ao Dia de São Lucas, o santo padroeiro da Medicina.

Nós, do CDA Laboratório homenageamos os profissionais que dedicam a sua vida a salvar vidas.

Alergias respiratórias. Como prevení-las?

Nessa época do ano, as alergias respiratórias podem aparecer com mais frequência. 

O sistema imunológico apresenta uma reação exagerada a irritantes como poeira, pólen, pelos e descamação de animais, mofo, proteínas alimentares ou veneno de insetos. Por isso, libera substâncias químicas inflamatórias que desencadeiam os sintomas da alergia.

 

Sintomas

Coriza e coceira nos olhos, em especial durante as temporadas em que há muito pólen no ar; espirros; urticária e/ou dificuldade para respirar depois de comer alguns alimentos, como amendoim ou frutos do mar; pele vermelha, ressecada e com prurido.

 

Como prevení-las?

  • Declare guerra a poeira e ácaros. Limpe bem o ambiente que você frequenta.
  • Passe aspirador no seu colchão, dos dois lados
  • Prefira sempre o aspirador à vassoura 
  • Use um purificador de ar
  • Lave as narinas diariamente
  • Abra as janelas, deixe o ambiente sempre ventilado
  • Lave sempre os casacos guardados antes de usá-los

 

Cuide da sua saúde.

 

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Como está a sua glicemia?

A glicemia de jejum é um exame de sangue realizado para verificar os níveis de glicose no sangue e deve ser feita após um período sem comer ou tomar bebidas, exceto água, por pelo menos 8 horas ou segundo orientação do médico. 

 

Esse exame é apropriado para diagnosticar diabetes ou pre-diabetes. Mantenha sua alimentação saudável, faça exercícios físicos e deixe seus exames preventivos em dia.

 

Agende seu exame de glicemia pelo Whatsapp (17) 99631-0425 📲

 

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Dicas de saúde para você manter-se saudável

Como manter-se saudável?

Corpo e mente saudáveis:

 

- Sempre aprender coisas novas;

- Praticar atividades físicas regularmente;

- Ter noites de sono de qualidade;

- Cuidar bem da alimentação; 

- Meditar sempre que possível; 

- Diminuir bastante ou abandonar o álcool; 

- Não fumar; 

- Cuidar com o excesso de irritação e estresse.

- Faça seus exames regularmente

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Como você tem cuidado da sua saúde? 

 

Comente aqui embaixo.

 

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Artigo Labor News: Mundo paralelo

O desenvolvimento da inteligência humana nos levou a crer que o mundo foi feito exclusivamente para o bem estar da nossa espécie. Céu, montanhas, rios, mares e florestas passaram a ser degradados para satisfazerem nossos variados tipos de consumos. Soberbamente esquecemos que outras milhões de espécies convivem conosco e também buscam seus espaços. Ao nos considerarmos a espécie suprema da Terra passamos a desconsiderar a biodiversidade dos seres não humanos, incluindo microrganismos e plantas.

Criamos conceitos, leis e regras que sistematicamente nos permitem devassar os espaços de outros bichos e seus habitats, quer sejam eles grandes, pequenos ou microscópicos. Não adiantou nada a domesticação e a criação de animais para o nosso consumo alimentar iniciadas há mais de 10 mil anos, pois continuamos a caçar aqueles a quem denominamos por selvagens, quer seja por buscas de paladares diferenciados, para matar a fome, ou como prática de consumo cultural.

Foi justamente através desta última razão que vírus acomodados em vísceras de morcegos passaram a contaminar seus comensais humanos, causando-lhes a doença do coronavirus 19 (covid19). Desequilíbrios das biodiversidades e dos ecossistemas passaram a ocorrer no momento em que a inteligência humana desviou de sua evolução natural para satisfazer os egoísmos de seus prazeres. Contudo, não se pode penalizar apenas os comportamentos contemporâneos, pois a eles se somaram as práticas depredatórias seculares.

Ao criarmos um mundo imaginário ideal nos últimos cinquenta anos, esquecemos de exercitar um dos nossos mais lúcidos sentimentos da humanidade, a contemplação. Deixamos de influenciar os comandos dos nossos entornos e os delegamos aos cuidados de políticos com qualidades comportamentais e administrativas duvidosas.

Da mesma forma, deixamos de pensar, manifestar e concluir, e os transferimos estes incômodos exercícios mentais para jornalistas-comentaristas de TVs e emissoras de rádios que nos assustam com suas ignorâncias e nos aterrorizam continuamente. Abandonamos o prazer de criar e passamos a usar as coisas prontas, que nos tem deixado preguiçosos, obesos, doentes.

Fonte: https://www.labornews.com.br/artigos/mundo-paralelo

Benefícios da Vitamina D

A vitamina D é um poderoso aliado no fortalecimento do sistema imunológico. Pode trazer inúmeros outros benefícios para sua saúde e ainda ser uma ajuda a mais na prevenção da nova COVID-19 👾

Você sabe o que é eletroforese?

A eletroforese é uma técnica utilizada para separação de moléculas de cargas diferentes.

Se utiliza a eletroforese quando queremos a amplificação do DNA.

 Pode ser realizada com diversas finalidades, tanto em projetos de investigação quanto no diagnóstico, já que se trata de uma técnica simples e de baixo custo. Dessa forma, a eletroforese pode ser realizada para:

 

  • Identificar vírus, fungos, bactérias e parasitas, sendo mais comum essa aplicação em projetos de investigação;
  • Teste de paternidade;
  • Verificar a expressão de proteínas;
  • Identificar mutações, sendo útil no diagnóstico de leucemias, por exemplo;
  • Analisar os tipos de hemoglobina circulantes, sendo útil no diagnóstico da anemia falciforme;
  • Avaliar a quantidade de proteínas presentes no sangue.

 

De acordo com a finalidade da eletroforese, pode ser necessária a realização de outros exames complementares para o médico possa concluir o diagnóstico.

 

O Cdalab é especialista em eletroforese. Seja nosso parceiro.

 

 

Explicando a biologia da infecção causada pelo coronavirus (COVID19)

Inicialmente, quando uma pessoa entra em contato com o novo coronavirus (SARS-CoV2), o seu sistema imune determinará o processo e o desenvolvimento da doença. Se a pessoa infectada estiver bem sob o ponto de vista imunológico, e se a carga de contaminação viral não for excessiva, os efeitos patológicos esperados serão, em geral, similares à da gripe comum. No entanto, se a pessoa infectada têm comprometimentos que reduzem sua capacidade imune, por exemplo, doenças autoimunes, doenças graves e crônicas, condições que inibem a resposta imune ou uso de medicamentos citotóxicos, a doença ocasionada por este vírus, denominada de COVID19, poderá ter impactos mais intensos. Quando o novo coronavirus rompe a barreira de defesa, a tendência é avançar em direção às células hospedeiras do tecido pulmonar.

Neste órgão, os vírus atacam os receptores ACE2 (estruturas similares à portões que dão acesso às células) e penetram nas células do tecido epitelial pulmonar. Como a estrutura molecular do vírus é de RNA, há uma proteína viral conhecida por “transcriptase reversa específica” que faz com que a molécula de RNA viral seja inserida no DNA da célula hospedeira do tecido pulmonar e passa a produzir mais covi19 (replicação do covi19) que vão contaminar as células vizinhas. Durante o processo de replicação destes vírus, as interações entre o RNA do vírus com o DNA da célula hospedeira produzem pedaços de pequenas proteínas tóxicas identificadas pelas siglas ORF8, ORF1ab,ORF10 e ORF3a. Estas proteínas tóxicas passam, então, a abrir caminhos para a expansão dos vírus no tecido pulmonar, tornando a infecção mais rápida e abrangente. Além disso, há a hipótese de que algumas destas proteínas tóxicas penetram nos eritrócitos e atacam o grupo heme da hemoglobina, removendo o ferro deste grupo, e tomando o seu lugar. Desta feita, a hemoglobina sem o seu grupo heme original não consegue liberar o dióxido de carbono (CO2) para os pulmões e captar o oxigênio neste tecido. A resposta inflamatória acentuada no tecido pulmonar por conta da contaminação celular do coronavirus desencadeia a Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), mas ainda são necessárias mais informações para saber se existe correlação entre a deterioração clínica observada e o déficit de oxigenação da hemoglobina. Da mesma forma, não há dados ainda que comprovem a tese de que a circulação de sangue com hemoglobina desoxigenada poderia atingir outros órgãos, danificando-os por falta de oxigenação, e provocando suas falências funcionais.

Neste contexto, poderíamos sugerir pontos interessantes a serem pesquisados, tais como a intensidade de formação de meta-hemoglobinas no sangue de pacientes infectados, bem como o estudo da curva de dissociação da oxi-hemoglobina, para averiguar se haveria tendência de desvio à direita. É importante destacar que o ferro desalojado do grupo da hemoglobina, ao circular na sua forma livre no sangue, é captado pela transferrina. Para que que haja toxicidade decorrente de um possível excesso de ferro, seria necessário que indicie de saturação da transferrina estivesse, em geral, acima de 80%. Por outro lado, se sabe que na maioria dos processos inflamatórios, a concentração da ferritina plasmática se torna elevada por conta do seu comportamento como proteína de fase aguda de inflamação.

Na minha opinião, e aceitando a hipótese acima, é possível que na vigência da infecção pulmonar associada a COVID19, os exames de contagem de reticulócitos, dosagem de meta-hemoglobina e dosagem de bilirrubina indireta possam atuarem como marcadores da progressão ou da regressão desta patologia. Por outro lado há a uma questão intrigante: - Por que populações de alguns países, ou de regiões diferentes de um mesmo país, com níveis sociais e culturais parecidos, tem maior número de mortes que outras? Há evidentemente muitas variáveis com destaques para o estado clínico do paciente, da atenção médica de internação, dos procedimentos terapêuticos adequados, etc. Entretanto, há um fato desconsiderado até o presente, qual seja, as pessoas portadoras de fibrose cística no estado de heterozigose e que foram infectadas pelo novo coronavirus. Em geral, os portadores heterozigotos para fibrose cística são assintomáticos, e recentes pesquisas revelaram que 54% deles estão propensos a contraírem infecções respiratórias, notadamente pulmonar. A prevalência de portadores heterozigotos de fibrose cística é de 3 a 4% entre europeus, enquanto que em asiáticos e africanos é por volta de 1%. Este fato poderia ajudar a explicar porque na Itália houve mais óbitos que na China, ou porque, ocorreram mais óbitos no norte do que no sul da Itália (figuras 1 e 2). Muitas outras descobertas deverão ocorrer na sequência desta epidemia e a AC&T fará o possível para divulga-las.

 

Figura 1 – Prevalência de doentes com fibrose cística na Itália. Através desta avaliação conclui-se que a prevalência de portadores heterozigotos de fibrose cística acompanhe o gráfico.

 

 

Figura 2 – Prevalência de infecções respiratórias causadas pelo covid 19. As áreas mais escuras são as mais prevalentes desta doença no início de 2020.

 

Prof. Dr. Paulo César Naoum e Prof. Dr. Flávio Augusto Naoum

Artigo disponível em:

https://www.labornews.com.br/pdf/abril-2020.pdf

Use máscaras

Podem ser usadas máscaras cirúrgicas ou caseiras feitas de pano, porém, mais importante do que aprender a confeccionar a máscara, é saber usá-las de maneira correta, senão elas podem se tornar uma fonte de contaminação.

Lave bem as mãos

Lave sempre as mãos com água e sabão: Previne doenças, como o coronavírus e você ganha saúde. Micróbios, vírus e bactérias estão em todos os lugares. E o jeito mais simples de evitá-los é lavando as mãos com água e sabão. É uma ação simples que evita doenças e salva vidas. Mãos: toda vez que você lava, ganha saúde. 

Agende seus exames

O estresse pode afetar suas taxas de diabetes, colesterol e também seus hormônios.

Por isso é importante que faça sempre seus exames. Agende pelo telefones (17) 3227-7058 (17) 99631-0425.

Feliz Páscoa

Nós, aqui do CDA Naoum, desejamos a todos os clientes, amigos e parceiros uma Feliz Páscoa, com muito amor, paz, renascimento e união.

Alimentos que ajudam a aumentar sua imunidade

Para ficar mais tranquilos com relação a saúde, é importante ter um sistema imunológico fortalecido. Leite e derivados, açúcar refinado, cafeína, sal, álcool e alimentos industrializados e ricos em gorduras trans podem enfraquecer o sistema imunológico ou deixar a recuperação mais lenta de quem pegou uma doença Abaixo, alguns alimentos que contribuem para o aumento da imunidade. Alho, cebola, lichia, gengibre, castanha do Pará, batata yakon, iogurte natural, todos os vegetais verde escuro (como brócolis, couve rúcula, espinafre), frutas cítricas. Tenha uma alimentação mais saudável!a

#alimentacaosaudavel #imunidade #sjriopreto #cdanaoum #cdalab

Atendimento com hora marcada

O CDA Naoum, visando adequar-se às medidas preventivas ao COVID19, informa que a partir de 20/03 os atendimentos serão realizados com hora marcada. Agende seu atendimento pelos telefones (17)3227-7058 ou 99631-0425 WhatsApp.

O que se sabe sobre o novo corona vírus

O que se sabe é que 99% dos casos estão concentrados na China continental, sendo a maioria deles na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro da epidemia.

Fora da China, a preocupação é menor, mas merece atenção. Segundo dados da OMS, foram registrados 27 casos de transmissão entre humanos dentro de outros países, sendo 2 nos Estados Unidos.

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Benefícios da Vitamina D

Sabendo que a maioria da população atualmente se encontra com baixos níveis de vitamina D no sangue, diversas pesquisas mostram relações importantes dessa vitamina com o organismo como um todo.

Por exemplo, uma atuação forte da vitamina D no organismo, envolve a melhora da imunidade total. Mas apesar de atuar em todo o mecanismos de defesa, ela vai agir diretamente contra a inflamação.

Além de também atuar na prevenção e controle de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes e obesidade, e até mesmo no tratamento de câncer.

Sintomas da vitamina D baixa:

Ficar doente ou contrair infecções com frequência.

Fadiga e cansaço.

Dor nos ossos e nas costas.

Depressão.

Dificuldades de cicatrização.

Perda óssea.

Perda de cabelo.

 

Previna-se. Faça o exame no CDA Naoum

Corona Vírus

Os coronavírus (CoV) são uma grande família viral, conhecidos desde meados dos anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.

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